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	<title>Editora Melo</title>
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	<description>Editora Melo</description>
	<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 17:10:59 +0000</pubDate>
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		<title>Educação Emocional</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 15:20:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Educação Emocional, inicialmente está focado em demonstrar quais são os domínios necessários que primeiramente devemos desenvolver para posteriormente educar nossos filhos e alunos, de tal forma a assumirmos o papel e a postura de um preparador emocional.
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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="imgleft" src="/wp-content/themes/structure1/images/capa-emocional.jpg" alt="Educação Emocional" width="100" height="145" /></strong></p>
<h2><strong>Apresentação</strong></h2>
<p><span style="color: #993366;"><strong>Nilbo Nogueira </strong></span></p>
<h4>Embora o termo “Educação Emocional” não seja totalmente desconhecido entre os pais e menos ainda entre os professores, essa ainda é uma temática tratada com insegurança e certo receio, já que para muitos ele é um “assunto para psicólogos”.</h4>
<h4>Na visão de alguns pais e educadores, a Educação Emocional pode não ser algo preeminente, pois já escutei várias vezes a afirmação:</h4>
<h4 class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 35.4pt; vertical-align: middle; text-align: justify; mso-layout-grid-align: none;"><em>“Para que isso? Quando era criança não existia isso e não me fez falta; prova disso é que sou uma pessoa normal hoje .”</em></h4>
<h4 class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: middle; text-indent: 35.4pt; text-align: justify; mso-layout-grid-align: none;"> </h4>
<h4>Nesse sentido traço um paralelo, logo no início do livro, sobre<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>como foi nossa infância, o que fazíamos, do que gostávamos, como nos divertíamos, qual era o contexto social que presenciávamos, etc. com o que hoje acontece com nossos filhos e alunos, que vivem em um mundo altamente tecnológico, que utilizam recursos de comunicação velozes (Internet, Chat, MSN, Orkut, etc.), que estabelecem diferentes formas e espaços de relacionamentos, que presenciam a violência urbana e estão acostumados a viver em uma sociedade frenética.</h4>
<h4>Com isso, espero demonstrar que aquilo que pode não ter feito falta para nós (educação emocional) no passado, é algo necessário nos dias atuais, face às mudanças sociais, culturais, econômicas e tecnológicas das quais vivenciam nossos filhos e alunos.</h4>
<h4>Com este paralelo traçado, abro meu questionamento para a função da escola, que considero não ser apenas a de auxiliar no desenvolvimento intelectual dos alunos, ministrando e “cobrando” conteúdos acadêmicos, mas também preparando-os para enfrentar os problemas emocionais, que certamente surgirão em todos os momentos da vida.</h4>
<h4>Esta preparação mais holística e integral, nos aspectos da alfabetização e educação emocional é que apresento e trato nesse livro, me preocupando inicialmente em demonstrar quais são os domínios necessários que primeiramente devemos desenvolver para posteriormente educar nossos filhos e alunos, de tal forma a assumirmos o papel e a postura de um preparador emocional.</h4>
<h4>Para que o livro não fique apenas no campo conceitual, mas que também abra portas e perspectivas para uma prática pedagógica, sugiro várias formas de trabalho em sala de aula e apresento alguns exemplos práticos e reais, criados, planejados e executados por professores de diferentes segmentos, passando pela educação infantil, fundamental, ensino médio e EJA. Em todos eles o enfoque é dado à necessidade de um desenvolvimento do vocabulário das emoções, para que nossos alunos e filhos possam se comunicar socialmente e melhorar suas relações intra e interpessoais.</h4>
<h4>Nessa trajetória aponto também as influências e possíveis conseqüências na formação de nossos filhos e alunos, se não receberem uma educação emocional adequada e comento sobre as “máscaras” que poderão ser construídas para esconder, disfarçar e “sufocar” as emoções.</h4>
<h4>Gostaria de frisar que o enfoque do livro não é terapêutico, mas sim no âmbito preventivo. Espero, de alguma forma, levar os pais e professores à reflexão de mais este assunto de vital importância na formação integral de nossos filhos e alunos. <span style="mso-tab-count: 2;">                               </span></h4>
<h4 class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: middle; text-align: justify; mso-layout-grid-align: none;"> </h4>
<h4 class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; vertical-align: middle; text-align: justify; mso-layout-grid-align: none;">O autor.</h4>
]]></content:encoded>
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		<title>Na Escola sem Aprender? Isso não!</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Feb 2009 17:14:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[livros]]></category>

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		<description><![CDATA[
Apresentação
Ana Ruth Starepravo, Isabel Cristina Hierro Parolin e Sandra Bozza.
Nosso objetivo, nessa obra, é dar as mãos aos professores e trilhar um caminho em direção à saída dessa crise que se estabelece há décadas. Queremos provocar um pensamento, um raciocínio que desencadeie práticas mais competentes.
Assim, temos a intenção de entabular uma conversa, do tipo “cá [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><img class="imgleft" src="/wp-content/themes/structure1/images/capa-naescola.jpg" alt="Livro Na Escola sem Aprender? Isso não!" width="100" height="145" /></div>
<h2><strong>Apresentação</strong></h2>
<p><span style="color: #993366;"><strong>Ana Ruth Starepravo, Isabel Cristina Hierro Parolin e Sandra Bozza.</strong></span></p>
<h4 style="text-align: justify;">Nosso objetivo, nessa obra, é dar as mãos aos professores e trilhar um caminho em direção à saída dessa crise que se estabelece há décadas. Queremos provocar um pensamento, um raciocínio que desencadeie práticas mais competentes.</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Assim, temos a intenção de entabular uma conversa, do tipo “cá entre nós”, que possa vir a colaborar para a construção de uma prática mais pensada e de um pensamento mais praticado, que certamente resultaria em mais aprendizagens e em maior competência técnica.</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Escrevemos esse livro pensando que ele poderia ser um instrumento para ser usado como material de apoio nas reuniões das escolas, na hora do planejamento e como um disparador para outras reflexões correlatas e, principalmente, que ele abarcasse as diferentes situações educacionais do país.</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Por essa razão, ao produzirmos este material, pensamos em duas situações aparentemente diferentes, mas que depois de apurada reflexão, se apresentam como muito parecidas.</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Uma delas foi pensando nos professores que estão no interior do Brasil, no seu Estado, em suas salas de aula, muitas vezes sem luz, sem carteiras para todos os alunos, com paredes rachadas, sem biblioteca, sem internet, sem computador e, na melhor das hipóteses, tendo apenas um quadro e giz para dar suas aulas.</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Outra situação pensada foi em professores que, apesar de terem suas salas de aula bem equipadas, terem acesso à biblioteca, aparelhos de TV, internet ou jogos, não conseguem transformar esses equipamentos em instrumentos que auxiliem o processo de ensinar, de favorecer as aprendizagens de seus alunos.</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Além de boa leitura, desejamos “bom trabalho!”.</h4>
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		<title>Sapatos e Letras</title>
		<link>http://www.editoramelo.com.br/?p=51</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 13:28:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[livros]]></category>

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		<description><![CDATA[
Introdução
Marcos Meier
Há alguns ingredientes que, bem misturados, podem se transformar
em um escritor. Uma infância pobre numa cidade do interior, rodeado de irmãos e amigos é a maneira mais fácil de achar assunto para escrever contos, crônicas e poesias para o resto da vida. Se, além disso, a feiúra, a solidão e a tristeza marcaram presença, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><img class="imgleft" src="/wp-content/themes/structure1/images/capa-meier.jpg" alt="Livro Sapatos e Letras" width="100" height="145" /></div>
<h2><strong>Introdução</strong></h2>
<p><span style="color: #993366;"><strong>Marcos Meier</strong></span></p>
<h4 style="text-align: justify;">Há alguns ingredientes que, bem misturados, podem se transformar<br />
em um escritor. Uma infância pobre numa cidade do interior, rodeado de irmãos e amigos é a maneira mais fácil de achar assunto para escrever contos, crônicas e poesias para o resto da vida. Se, além disso, a feiúra, a solidão e a tristeza marcaram presença, então está feito um escritor. Bem assado, bem cozido.</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Poeta já é mais difícil, pois não bastam os assuntos virem à memória. Há que se ter inspiração para escolher as palavras certas para produzir os suspiros imaginados.</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Não tentarei ser poeta. Fico nas crônicas, nas “aulas” e nos textos em  geral.</h4>
<h4>   • <a href="http://www.editoramelo.com.br/?page_id=53">Conhe&ccedil;a mais sobre o Livro.</a><br />
</h4>
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		<title>Dificuldades de Aprendizagem</title>
		<link>http://www.editoramelo.com.br/?p=47</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 18:35:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[livros]]></category>

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		<description><![CDATA[
Apresentação
 Jaime Zorzi
DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM: DISLEXIA E OUTROS DISTÚRBIOS
Quem ensina  também aprende. Melhor dizendo, quanto mais nos propomos a ensinar, mais temos a aprender sobre aquilo que ensinamos. A idéia de escrever este &#8220;guia prático&#8221; nasce exatamente deste movimento contínuo que é o aprender. Um aprendizagem que resulta de dúvidas, angústias e certezas que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="imgleft" src="/wp-content/themes/structure1/images/capa-guiapratico.jpg" alt="Guia Prático" width="100" height="145" /></p>
<h2><strong>Apresentação</strong></h2>
<p><span style="color: #993366;"><strong> Jaime Zorzi</strong></span></p>
<h2><strong>DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM: DISLEXIA E OUTROS DISTÚRBIOS</strong></h2>
<h4 style="text-align: justify;">Quem ensina  também aprende. Melhor dizendo, quanto mais nos propomos a ensinar, mais temos a aprender sobre aquilo que ensinamos. A idéia de escrever este &#8220;guia prático&#8221; nasce exatamente deste movimento contínuo que é o aprender. Um aprendizagem que resulta de dúvidas, angústias e certezas que fazem parte de todos aqueles que vivem situações nas quais ensina e alguém aprende, principalmente quando o aprender é muito mais desafiante.</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Como guia, ele busca contemplar os personagens que habitam o universo da aprendizagem: os professores, a escola enquanto instituição, a família, os profissionais especialistas e, acima de tudo, os próprios aprendizes. Seu propósito é o de apontar direções e formas de agir, mais do que discutir definições. Seu maior enfoque está voltado para a análise de um conjunto de atitudes, crenças e valores que podem ser os grandes determinantes daquilo que chamamos de êxito ou fracasso.</h4>
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		<title>Porta Aberta</title>
		<link>http://www.editoramelo.com.br/?p=42</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 17:48:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[livros]]></category>

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		<description><![CDATA[
Apresentação
Celso Antunes
O título de um livro, diz muito.
Ou, ao menos, deveria dizer. O título não deve esconder intenções, ocultar pensamentos, propor adivinhações. Ao contrário, um título deve ser assim como uma janela aberta que nos convida a conhecer o interior ou nos dispensa desse trabalho. Todo título que não conta a que veio, que não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="imgleft" src="/wp-content/themes/structure1/images/capa-porta.jpg" alt="Porta Aberta" width="100" height="145" /></p>
<h2><strong>Apresentação</strong></h2>
<p><span style="color: #993366;"><strong>Celso Antunes</strong></span></p>
<h4 style="text-align: justify;">O título de um livro, diz muito.<br />
Ou, ao menos, deveria dizer. O título não deve esconder intenções, ocultar pensamentos, propor adivinhações. Ao contrário, um título deve ser assim como uma janela aberta que nos convida a conhecer o interior ou nos dispensa desse trabalho. Todo título que não conta a que veio, que não revela o que se propõe, ameaça o leitor e muitas vezes o engana, levando-o a buscar algumas coisas e apenas outras encontrando. Mas, por maior que seja a clareza de um título, essa intenção não pode esconder uma justificativa ou explicação. É, pois, com essa intenção que aqui se justifica um título que é, em verdade, uma equação. O que pretendeu o autor mostrar com: INDISCIPLINA + CONFLITO = SOLUÇÃO</h4>
<h4 style="text-align: justify;">A primeira das intenções deste livro é discutir a disciplina e a indisciplina na sala de aula, mostrando onde buscar suas causas e de que maneira identificá-la como um dos mecanismos que mais atrapalham a intenção de um professor ou de uma escola. Realmente, de que vale um professor conhecedor de estratégias de ensino, atraente e cercado de intenções transformadoras, se a classe não o ouve, se a bagunça generalizada produzida pelos alunos o impede de concretizar seus ideais? Da mesma forma, cabe indagar: de que vale uma escola que se pretende boa, que investe em recursos e treinamento em sua equipe, se não superou desafios de indisciplina que escondem essas intenções e frustram a expectativa de formar pessoas?</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Mas, se o título em sua primeira palavra já destaca o tema que busca apresentar e sugerir, por que a palavra “conflito”? Se essa palavra tem o mesmo significado de “indisciplina” seu nome não deveria aparecer, pois é ilusória redundância; se expressa outra coisa, qual sua relação de proximidade com a palavra“indisciplina” e por que, na soma das duas, se sugere uma solução?</h4>
<h4 style="text-align: justify;">A resposta é simples, ainda que não seja fácil.</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Sempre que existe um verdadeiro conflito, encontramo-nos diante de uma situação humana oposta à passividade, inimiga do conformismo e distante da apatia. Um indisciplina em sala sem conflito é aquela, tantas vezes comum, da aula na qual não ocorre bagunça, mas não há o interesse, na qual não existe agitação porque, esmagados pelo conformismo, os alunos vivenciam o tédio e fazem de seu silêncio e da indiferença a forma mais ruidosa de indisciplina. Não é desta indisciplina que este livro busca trabalhar. Antes, sua intenção é a do conflito de alunos que querem se interessar e não são chamados a isso, de pessoas dispostas a aprender desde que “valha a pena”, sem encontrar, todavia, aulas que os anime, desafios que os arrisque, escola que veja em sua rebeldia uma vontade de mudar.<br />
Percebe-se, pois, que existe sempre um “bom conflito” e que, ao se fazer deste um caminho para uma aprendizagem eficiente, equaciona-se o problema da indisciplina, canalizando-a para um ensino transformador.</h4>
<h4 style="text-align: justify;">É desta indisciplina que este livro busca tratar e, como ela é gerada pelo conflito entre o que se deseja e o que nos é oferecido, é que se buscou a intenção do título. Discutir causas e estratégias para se administrar a indisciplina que nasce do bom conflito é descobrir que, quando essa equação é plenamente compreendida por todas as partes envolvidas, não há como não se chegar a uma solução.</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Explicando-se a intenção do título, fecha-se essa janela apresentadora, e abrem-se as portas para reflexões e estratégias para as quais, compreendendo o conflito da indisciplina, sabe que se pode esperar por solução.</h4>
<h4 style="text-align: justify;">A porta está aberta. Pode entrar.</h4>
]]></content:encoded>
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		<title>Ensinar a Ler e a Escrever</title>
		<link>http://www.editoramelo.com.br/?p=38</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 14:54:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[livros]]></category>

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		<description><![CDATA[
Apresentação
 Sandra Bozza
“Quando não sabemos aonde queremos chegar, qualquer caminho serve.”
Lewis Carrol
Qualquer caminho &#8230;
Qualquer quantidade &#8230;
Qualquer qualidade &#8230;
E, às vezes, qualquer aprendizagem.
Como sabemos exatamente aonde queremos chegar, fizemos mais do que apenas discursar sobre a melhor maneira de alfabetizar. Fomos à luta: estudamos mais, produzimos, aplicamos, testamos, aprendemos mais, revimos conceitos, reorganizamos estratégias &#8230;
E nesse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="imgleft" src="/wp-content/themes/structure1/images/capa-ensinar.jpg" alt="Ensinar a Ler" width="100" height="145" /></p>
<h2><strong>Apresentação</strong></h2>
<p><span style="color: #993366;"><strong> Sandra Bozza</strong></span></p>
<address style="text-align: right;"><strong><em>“Quando não sabemos aonde queremos chegar, qualquer caminho serve.”<br />
Lewis Carrol</em></strong></address>
<h4 style="text-align: justify;">Qualquer caminho &#8230;</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Qualquer quantidade &#8230;</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Qualquer qualidade &#8230;</h4>
<h4 style="text-align: justify;">E, às vezes, qualquer aprendizagem.</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Como sabemos exatamente aonde queremos chegar, fizemos mais do que apenas discursar sobre a melhor maneira de alfabetizar. Fomos à luta: estudamos mais, produzimos, aplicamos, testamos, aprendemos mais, revimos conceitos, reorganizamos estratégias &#8230;</h4>
<h4 style="text-align: justify;">E nesse caminhar pudemos materializar algumas práticas que tiveram sucesso no processo de aquisição da língua escrita.</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Selecionamos algumas que julgamos providenciais para a ampliação da competência técnica da formação de professores(as) alfabetizadores(as).</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Tomar o texto como vetor de todo trabalho escolar é dever de um ensino<br />
responsável e direito de cada criança brasileira para que se construa como leitora competente.</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Assim, “Ensinar a Ler e a Escrever: Uma Possibilidade de Inclusão Social” intenciona contribuir para a sistematização dos conteúdos de Língua Portuguesa de forma reflexiva, lúdica e a partir do conhecimento prévio das crianças.<br />
Por esse motivo é que foram tomadas para o estudo tipologias textuais como músicas, narrativas, quadrinhas, adivinhas, textos informativos e narrativas cantadas.</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Objetivando subsidiar o estudo mais aprofundado de cada tipologia trabalhada, disponibilizamos um apêndice, S.O.S. PROFESSOR, onde podem ser encontrados alguns exemplos textuais para enriquecer o encaminhamento metodológico<br />
já adotado pelo(a) professor(a).</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Embora seja proposto o estudo do texto para o início do processo alfabetizatório,<br />
este livro encaminha a reflexão sobre os conteúdos até chegar ao estudo das unidades menores da língua escrita: a letra, a sílaba e a palavra.</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Todavia, antes de apresentar práticas de análises lingüísticas, Ensinar a Ler e a Escrever: Uma Possibilidade de Inclusão Social faz uma abordagem sobre a perspectiva de linguagem e do trabalho com o texto visando clarear alguns aspectos que muito têm confundido o trabalho dentro das salas de aula.</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Da mesma forma, uma rápida explanação sobre a organização do sistema gráfico da Língua Portuguesa fundamenta o trabalho com a ortografia, encaminhando atividades com nomes e rótulos no decorrer do processo de apropriação da escrita.</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Esta é uma obra a qual esperamos ser lida por muitos professores que acreditam ser possível letrar e alfabetizar ao mesmo tempo e que isto pode ser uma rica experiência, tanto para quem ensina quanto para quem aprende.</h4>
]]></content:encoded>
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		<title>Ih! Errei</title>
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		<pubDate>Fri, 30 May 2008 19:59:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[livros]]></category>

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Apresentação
 Terezinha Azerêdo Rios
O leitor vai encontrar, no início de cada um dos artigos que compõem este livro uma “historinha”, que lança uma provocação para a conversa que vai se seguir. Provocada por essas historinhas, não posso deixar de contar a minha:
Eu recebi, há muito tempo, um texto que se atribuía a Jorge Luis Borges [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="imgleft" src="/wp-content/themes/structure1/images/capa-Ih Errei.jpg" alt="Livro Ih! Errei" width="100" height="145" /></p>
<h2><strong>Apresentação</strong></h2>
<p><span style="color: #993366;"><strong> Terezinha Azerêdo Rios</strong></span></p>
<h4 style="text-align: justify;">O leitor vai encontrar, no início de cada um dos artigos que compõem este livro uma “historinha”, que lança uma provocação para a conversa que vai se seguir. Provocada por essas historinhas, não posso deixar de contar a minha:</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Eu recebi, há muito tempo, um texto que se atribuía a Jorge Luis Borges e que começava assim:</h4>
<h4 style="text-align: justify;">“Se eu pudesse viver outra vez, eu cometeria mais erros&#8230;”</h4>
<h4 style="text-align: justify;">E seguia dizendo que faria uma porção de coisas que havia deixado de fazer  por serem, de certa forma, consideradas erradas.</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Adorei o texto e resolvi reproduzi-lo para partilhar com os amigos. Pois bem, comecei a datilografar (sim, foi há muito tempo mesmo!) e logo na segunda linha errei ao escrever a palavra “mais” – escrevi “masi”.  Imediatamente, fui puxando a folha para tirá-la da máquina e então&#8230; me dei conta de que eu tinha pensado que era uma beleza essa história de nos dispormos a cometer mais erros, mas&#8230; o que eu tinha aprendido mesmo é que o importante era não cometer erros, nem que fossem só de datilografia!</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Pois é, o que se encontra na conversa aqui proposta é um alerta no sentido de estarmos atentos para o que dizemos (e supomos que pensamos) e o que fazemos, no cotidiano de nosso trabalho de professores, quando se trata de avaliar esse trabalho e o trabalho dos alunos. Não estou falando apenas dos exercícios, dos “problemas”, dos testes e das provas que se propõem – refiro-me à avaliação em seu sentido mais amplo, que é o olhar curioso e rigoroso para todo o processo pedagógico que se desenvolve na escola. Um olhar abrangente, que procura levar em conta todos os aspectos daquilo que se avalia e todos os pontos de vista de que se pode avaliar. Um olhar profundo, que não se contenta com a superfície, que busca fundamentos. Um olhar sensível, que considera as contradições, próprias do ser humano, na construção cotidiana de sua aprendizagem e do conhecimento.</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Não se trata de dizer que “herrar é umano”, absolutamente! Nós queremos acertar! O desafio – esse, sim, demasiadamente humano – é reconhecer a dificuldade de definir, em grande parte das situações que vivenciamos, o que é efetivamente o acerto, o que está realmente certo.</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Uma coisa é certa: aceitando a provocação dos autores, os leitores não deixam de correr o risco de errar. Mas vão ampliar a reflexão e, tomara!, alargar seu caminho de ensinantes-aprendizes.</h4>
]]></content:encoded>
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		<title>Avaliação na Educação</title>
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		<pubDate>Fri, 30 May 2008 19:03:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[livros]]></category>

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Prefácio
Domingos Fernandes

LIMITAÇÕES E POTENCIALIDADES DA AVALIAÇÃO EDUCACIONAL

Nunca como agora foram tantas as pressões para que, nos mais variados contextos educativos e formativos, se avalie tudo e todos. Entramos numa era em que a “prestação de contas” entrou no léxico dos educadores mais insuspeitos. Daqui e dali surgem verdadeiros kits prontos a usar para avaliar professores, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><img class="imgleft" src="/wp-content/themes/structure1/images/capa-liv-aval.jpg" alt="Livro Avaliação na Educação" width="100" height="145" /></div>
<h2><strong>Prefácio</strong></h2>
<p><span style="color: #993366;"><strong>Domingos Fernandes</strong></span></p>
<div>
<h2><strong>LIMITAÇÕES E POTENCIALIDADES DA AVALIAÇÃO EDUCACIONAL</strong></h2>
</div>
<h4 style="text-align: justify;">Nunca como agora foram tantas as pressões para que, nos mais variados contextos educativos e formativos, se avalie tudo e todos. Entramos numa era em que a “prestação de contas” entrou no léxico dos educadores mais insuspeitos. Daqui e dali surgem verdadeiros kits prontos a usar para avaliar professores, escolas e sistemas educativos. Tudo em nome de uma qualidade, de uma eficiência e de uma eficácia que, em rigor, nem sempre serão discutidas com clareza e com a desejável e necessária profundidade.</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Há uma corrida à avaliação como se ela fosse a panacéia para todos os males que apoquentam os sistemas educativos. Num ápice, em poucos anos, multiplicaram-se as avaliações no seio dos sistemas educativos: das aprendizagens dos alunos, dos desempenhos dos professores e das escolas, dos programas lançados pelas administrações educativas ou dos currículos. Mais: diferentes organizações internacionais, governamentais e não governamentais, têm promovido estudos de avaliação das aprendizagens, sobretudo em Matemática, Ciências e Língua Materna, envolvendo dezenas de países, milhares de escolas e dezenas de milhares de estudantes.</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Entre tais avaliações se encontram o Programme for International Student Assessment (PISA), da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico (OCDE) e o Third International Mathematics and Science Study (TIMSS) da International Association for the Evaluation of Educational Achievement (IEA).</h4>
<h4 style="text-align: justify;">A chamada globalização e a conseqüente interdependência econômica de muitos países, não são indiferentes a estes esforços avaliativos que, num certo sentido, acabam por influenciar o desenvolvimento das suas políticas educativas.</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Curiosamente, no domínio das aprendizagens dos alunos, parece ser claro que aqueles esforços de avaliação têm estado mais centrados nas avaliações externas - exames nacionais - normalmente da responsabilidade dos Ministérios da Educação ou de quaisquer outras entidades oficiais, e menos nas respectivas avaliações internas, da responsabilidade dos professores e das escolas. Ou seja, há um déficit de investimento na chamada avaliação pedagógica, na avaliação cujo principal propósito é o de ajudar alunos e professores a aprender e a ensinar melhor e que ocorre no interior das salas de aula.</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Note-se que nada tenho contra a proliferação de sistemas de avaliação que contribuam genuinamente para que se compreenda a natureza dos problemas e para que se encontre algum tipo de solução para eles. Pelo contrário, sou dos que acreditam que a avaliação pode constituir um poderoso meio de melhoria generalizada das práticas escolares e, conseqüentemente, da aprendizagem dos alunos.</h4>
<h4 style="text-align: justify;">A avaliação pode ajudar-nos a construir escolas mais inteligentes, com projetos pedagógicos capazes de apoiar a emancipação dos jovens estudantes e dos próprios professores pois contribuem de forma inequívoca para que se aprenda a ensinar e para que se aprenda a aprender. O meu receio é que a avaliação se banalize no pior sentido e se transforme num mero procedimento de controle burocrático-administrativo, em vez de um poderoso processo de regulação e de melhoria, que exige a mobilização de processos cognitivos e metacognitivos complexos.</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Repare-se que no caso da aprendizagem dos alunos a avaliação deveria ser um processo eminentemente pedagógico, centrado em objetivos de largo alcance e de largo espectro, contínuo, fortemente participado e, por isso mesmo, de grande exigência cognitiva. Isto é, deveria prevalecer uma avaliação de natureza essencialmente formativa, consistindo na recolha de informação e/ou de evidências de aprendizagem que, através de feedback apropriado, é devolvida aos alunos para que eles possam, quando necessário, vencer as dificuldades.</h4>
<h4 style="text-align: justify;">A investigação realizada nas últimas décadas, particularmente a partir dos anos 80 do século passado, evidencia de forma clara que a avaliação formativa melhora significativamente as aprendizagens dos alunos e, muito particularmente, dos que têm mais dificuldades. De igual modo, a avaliação formativa está associada a processos significativos de desenvolvimento profissional dos professores, a melhorias sensíveis na organização e no funcionamento pedagógico das escolas e a formas diferenciadas de construção da sua autonomia.</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Importa talvez acrescentar, para além do que já se referiu, que a avaliação formativa, independentemente do ente que está a ser avaliado, está intrinsecamente associada a processos de auto-avaliação, de auto-controle e de auto-regulação. Ou seja, as práticas de avaliação formativa não podem deixar de implicar o exercício de práticas diferenciadas de autonomia, que exigem novas e inovadoras formas de desenvolvimento curricular, de participação dos professores no seu próprio desenvolvimento profissional ou de organização e de funcionamento dos grupos que constituem a escola.</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Sendo evidente que a avaliação tem um importante papel a desempenhar nos sistemas educativos e na sociedade em geral, é necessário, por um lado, que exista o discernimento suficiente para que se perceba que papel é esse e quais são os seus limites. Por outro lado, que a avaliação não seja vista como mais uma técnica ou mais uma espécie de receita que se utiliza de forma mecânica e burocrática. E muito menos se poderá permitir que a avaliação e os avaliadores se tornem numa espécie de juízes, acima de qualquer suspeita, acima de qualquer escrutínio, que dizem a todos o que está funcionando bem e o que está funcionando mal…</h4>
<h4 style="text-align: justify;">A presença crescente da avaliação nas mais variadas áreas da vida social é hoje uma realidade indispensável e mesmo insubstituível. Isso porque, entre outras finalidades, permite caracterizar, compreender, divulgar e ajudar a resolver uma grande variedade de problemas que afeta a sociedade contemporânea, tais como o pleno acesso à educação, a prestação de cuidados de saúde, a distribuição de recursos e a pobreza. Melhorar a vida e o bem estar das pessoas, isto é, contribuir decisivamente para a construção de justiça a todos os níveis e para a implantação de sistemas sociais e políticos plenamente democráticos, é talvez um dos mais prementes desafios às teorias, às práticas e às políticas de avaliação.</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Na verdade, pensando no contexto de muitos sistemas educativos contemporâneos, questionar um status quo pedagógico em que se continua a discriminar e a segregar socialmente milhões de alunos um pouco por todo o mundo, é um imperativo ético e político da maior relevância que tem de ser assumido por todos: professores, educadores, investigadores, políticos, pais e encarregados de educação e alunos.</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Trata-se de um problema de graves repercussões que a avaliação pode e deve ajudar a resolver através de: a) novas formas de avaliar o que os alunos sabem e são capazes de fazer; b) sistemas que permitam avaliar o desempenho de educadores e professores, apoiando-os no seu desenvolvimento profissional; ou c) processos amplamente participados de auto-avaliação das escolas e das instituições escolares em geral.</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Conscientes das limitações e dos perigos de olharmos para a avaliação de forma pouco crítica e pouco sustentada dos pontos de vista ontológico, epistemológico, metodológico e pedagógico, podemos transformá-la numa importante alavanca de transformação e de melhoria das realidades educativas. Realmente, a avaliação pode, por exemplo, contribuir para que se rompa com o paradigma da transmissão do conhecimento e se desenvolva um paradigma em que o conhecimento é construído interativamente. Ou, ainda, para que o ensino uniforme dê lugar a um ensino diferenciado que responda às necessidades de todos e de cada um dos jovens estudantes.</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Da mesma maneira, a avaliação pode ser um processo clarificador e de tomada de consciência coletiva dos professores e das escolas quanto ao desempenho dos sistemas educativos. A avaliação, por definição e natureza, potencializa a valorização e a credibilidade das competências profissionais, científicas e pedagógicas dos professores. Neste sentido, poderá ser um importante processo de regulação, de amadurecimento, de credibilidade e de reconhecimento de uma classe profissional que, numa diversidade de países, está confrontada com um dos desafios mais significativos dos últimos anos.</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Quaisquer que sejam os desenvolvimentos das políticas educativas para os próximos anos, poderá ser grave não atribuir uma prioridade clara à melhoria do ensino, das aprendizagens e da organização e funcionamento pedagógico das escolas, através de sistemas de avaliação de natureza marcadamente formativa. Estes desígnios são partilhados de forma mais ou menos explícita pelos educadores, professores e investigadores que colaboram neste livro. Desta forma, a partir de uma multiplicidade de perspectivas e de diferentes contextos de aplicação prática da avaliação, ficam bem claras as suas reais potencialidades para transformar e melhorar as realidades dos sistemas educativos contemporâneos.</h4>
<h5 style="text-align: justify;"><em>Domingos Fernandes</em></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><em>Professor da Universidade de Lisboa, Portugal; Doutor e Mestre em Educação; Licenciado em Matemática; Professor em cursos de pós-graduação de universidades portuguesas e estrangeiras na área sobre avaliação; Autor de várias obras na área.</em></h5>
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		<title>Lançamento Revistas</title>
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		<pubDate>Fri, 30 May 2008 18:23:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[“Um país se faz com homens e livros”. Esta frase consagrada de Monteiro Lobato é sempre atual e urgente, principalmente pela demanda social que ela sintetiza.
Assim, o nascimento de uma editora, principalmente voltada para publicações na área educacional, deve ser duplamente comemorado. Por isso, é com orgulho que comunicamos o lançamento da Editora Melo, mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: justify;"><strong>“Um país se faz com homens e livros</strong>”. Esta frase consagrada de <strong>Monteiro Lobato</strong> é sempre atual e urgente, principalmente pela demanda social que ela sintetiza.</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Assim, o nascimento de uma editora, principalmente voltada para publicações na área educacional, deve ser duplamente comemorado. Por isso, é com orgulho que comunicamos o lançamento da <em>Editora Melo</em>, mais uma empresa do <em>Grupo Futuro</em>.</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Já com tradição, a <strong><em>Futuro Eventos</em> </strong>- primeira empresa do Grupo Futuro – há 16 anos oferece formação contínua a milhares de profissionais, sendo a maior organização do gênero no Brasil.</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Hoje, no seu corpo docente, conta com mais de 300 palestrantes, que representam as maiores expressões do cenário nacional e internacional da educação. Claro que todo esse potencial de cultura e conhecimento deveria ser expandido além dos Congressos, e poder ser registrado para a reflexão individual e alcançado por um número maior de educadores, para isso nada poderia ser mais adequado do que os livros e as revistas que serão produzidos pela Editora Melo.</h4>
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