Tocando no futuro ensinando genética


Zan Mustacchi

Nosso protagonista, o hominídeo, diferenciou-se pela maior massa encefálica desenvolvendo sua habilidade bípede como coletor, caçador e, inicialmente, como um nômade, que permitiu uma variabilidade de situações que exigiram adaptações físicas, nutricionais e principalmente antropométricas.

O longo trajeto percorrido pelos nossos ancestrais favoreceu uma revolução do conhecimento da genética, onde as expressões de endogamias aplicadas às habilidades intelectuais das percepções correlacionadas aos adventos da biologia molecular dos atuais pesquisadores que evocam um novo modelo de atenção a saúde, chamada Medicina Genômica, culminaram grandes projetos de impacto clínico para com as doenças, alicerçando estas às doenças genéticas, promovendo um progresso em genética humana e seus efeitos das aplicações práticas na pesquisa, na prevenção e principalmente no que concerne aos modelos de capacitação e informação de profissionais vinculados com a educação, onde estes passam a dominar paradigmas da genética do comportamento e da individualidade bioquímica, respeitando todo e qualquer modelo de diversidade.

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